Conheça os 4 erros na compra de imóvel que você deve evitar

    Assim, sempre reforçamos aos nossos leitores para que recobrem a seriedade durante suas decisões, evitando os principais erros na compra de imóveis!

    Chaves na MãoPor : Chaves na Mão3 semanas atrás

    A felicidade na aquisição da casa própria é um tema importante aos futuros proprietários. Afinal de contas, trata-se de um momento carregado de entusiasmo e celebração: a fórmula perfeita para equívocos! Assim, sempre reforçamos aos nossos leitores para que recobrem a seriedade durante suas decisões, evitando os principais erros na compra de imóveis!

    Por isso, elaboramos este conteúdo auxiliar. Aqui, reunimos as principais dúvidas dos consumidores para, então, apontarmos os principais erros cometidos nesse momento. Agora, acompanhe esta leitura com a certeza de que estará preparado para conquistar o sonho da casa própria!

    As principais dúvidas no momento da decisão

    A maioria dos erros na compra de imóveis são ocasionados pelo desconhecimento. O que é perfeitamente natural, afinal, não são todos os dias em que as pessoas saem por aí comprando casas, não é mesmo?

    Pelo contrário, são momentos pontuais da vida e, geralmente, especiais! Dessa maneira, a ingenuidade, a desinformação e o entusiasmo se combinam para nublar o julgamento do consumidor. Agora, confira as principais curiosidades dos futuros proprietários!

    Quais são as modalidades de aquisição?

    Em um mercado amplo existem inúmeras maneiras para conquistar a casa própria. Veja as principais!

    Financiamento

    A mais popular. O consumidor busca uma instituição financeira, que avaliará as condições do comprador. Em caso de aprovação, liberará o financiamento para o imóvel desejado. A modalidade funciona de maneira similar a um empréstimo, pois o consumidor acaba contraindo um crédito com a instituição. Esta, por sua vez, quitará o imóvel imediatamente.

    O bem fica no nome do comprador, mas segue lastreado à instituição financiadora, como uma garantia para que o cliente honre suas parcelas, acrescidas de juros, conforme definido no momento do contrato.

    Consórcio

    A mais acessível. O consumidor busca uma instituição financeira e contrata um plano de consórcio. A retirada do bem depende exclusivamente da contemplação, que poderá acontecer em três situações:

    • sorteios mensais: depende apenas da sorte do consumidor;
    • lances: segue os moldes de um leilão, em que será contemplado quem quitar o maior valor de sua quota;
    • quitação integral: para aqueles que não foram contemplados antecipadamente por nenhuma das situações anteriores.

    Por não consistir em uma cessão de crédito, essa modalidade descarta a taxa de juros e, portanto, conta com o menor Custo Efetivo Total, quando comparada ao financiamento.

    Compra à vista

    A mais consciente, embora a mais inacessível. Exige que o consumidor tenha o montante integral do preço do imóvel para uma quitação imediata, em um pagamento único. Por ser um diferencial no mercado, essa modalidade entrega muito poder de negociação ao consumidor.

    O comprador poderá “beliscar” descontos generosos, ou até mesmo transferir alguns custos burocráticos ao antigo proprietário, desde que, evidentemente, as duas partes concordem com as condições negociadas.

    Qual a documentação necessária?

    Essa é uma pergunta bastante específica e, por isso, não encontra uma resposta generalizada. Afinal de contas, existirão diferentes exigências conforme a sua modalidade de aquisição. Alguns deles:

    • documentos universalmente solicitados — são aqueles de identificação, como Certidão de Nascimento e/ou Casamento, CPF, RG e afins;
    • documentos solicitados apenas em modalidades que implicam na contratação de crédito — focam nas condições do consumidor, exigindo Comprovantes de Renda e avalistas.

    Os 4 principais erros na compra de imóveis

    Como você pôde ver acima, são dúvidas simples que podem ocasionar problemas complexos. Por isso é fundamental que o consumidor conheça as diferentes modalidades e cruze seus prós e contras, identificando qual delas se moldará ao orçamento familiar. Agora, vamos aos erros mais frequentes!

    1. Negócios diretos com o proprietário

    Antes que isso gere a interpretação errada, nos entenda: não queremos dizer que as compras de imóveis particulares são maus negócios, pois não são! O problema é outro, pois aos consumidores de “primeira viagem”, esse tipo de negociação não é recomendada.

    Lembre-se que você precisará lidar com uma grande quantidade de papéis, burocracias, contratos e transações. Além disso, ainda deverá avaliar por si só a idoneidade do vendedor, enquanto inspeciona as condições estruturais do imóvel.

    É um clássico exemplo do barato sair caro. Portanto, na compra do seu primeiro imóvel, priorize uma assistência especializada. Você poderá encontrá-la em boas imobiliárias ou consultorias desse mercado, garantindo que todos os procedimentos burocráticos, financeiros, jurídicos e tributários sejam respeitados.

    2. Não visitar o imóvel em inúmeras situações

    Analisar o imóvel apenas por um dia, ensolarado, no sábado e com baixo fluxo de trânsito não conta como uma visita válida! Entenda que você estará atrelado a essa propriedade a um nível cotidiano, vivendo naquela região.

    Portanto, visite o imóvel em horários distintos, como nas horas de rush, identificando a intensidade do trânsito e até mesmo pela noite, analisando tanto o grau de segurança pública quanto o nível de ruídos sonoros.

    3. Assinar o contrato sem ler

    Ler desatentamente ou não ler têm a mesma ineficácia! E aqui, pouco importa se você conta com uma assistência técnica ou não: você deve ler o contrato, com tempo, atenção e silêncio! Entenda, com empatia, que a função de um agente imobiliário é vender. Sendo assim, ele pode utilizar de técnicas para alavancar o seu entusiasmo e fechar uma compra precipitada.

    Mas, de igual maneira, ele também lhe compreenderá caso você peça um dia para realizar uma leitura cautelosa do contrato. Afinal de contas, ele quer vender tanto quanto você quer comprar. Caso o negócio apresente benefício mútuo, será assinado no dia seguinte, sem problemas ou constrangimento.

    4. Negligenciar a importância de um planejamento financeiro

    Esse é o erro mais grave que você pode cometer contra o seu orçamento! A compra de um imóvel implica em um comprometimento de longa data, em que você deverá honrar os pagamentos por um grande período, aceitando o fato de que bastarão alguns pouquíssimos meses de inadimplência para que você perca o imóvel.

    Um planejamento financeiro robusto demonstrará que você deve:

    • considerar os gastos extras, como condomínios, tributos, seguros e conveniências;
    • evitar se comprometer com um imóvel drasticamente acima do seu padrão de vida;
    • respeitar o percentual de 30% da sua renda destinado ao imóvel até sua quitação.

    Lembre-se de comparar as condições em todas as instituições financeiras, garantindo que você negocie uma forma de pagamento que não asfixie o seu cotidiano no futuro. Apenas assim, você perceberá como o planejamento é fundamental para a sua tranquilidade no longo prazo!

    Agora acompanhe em nosso infográfico as 4 dúvidas que todo mundo tem ao comprar a casa própria

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