Avaliação do Chevrolet Prisma

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    Chaves na MãoPor : Chaves na Mão9 meses atrás

    O Prisma surgiu em 2006 como um sedã popular derivado do Celta, usando a mesma plataforma e características bastante semelhantes ao compacto.

    Foi lançado aos poucos pela Chevrolet, que utilizou a mesma estratégia de marketing do lançamento do Vectra, soltando para a imprensa primeiro o nome do veículo, seguido por alguns desenhos conceituais e esboços, depois dos traços finais, motor e, por fim, as fotos de divulgação.

    Com isso, a fabricante americana conseguiu despertar a curiosidade do mercado nacional, que dispunha de poucas opções de sedã populares, em torno do Prisma.

    A primeira geração foi fabricada entre 2006 e 2009 e contava com motor 1.4l EconoFlex que desenvolvia 89 cv com gasolina e 97 cv com álcool.

    Ainda que o modelo de motor em si não tenha sido alterado, em 2009 atualizações de tecnologia e na taxa de compressão do EconoFlex permitiram que o Prisma ganhasse mais potência quando abastecido com gasolina, chegando a alcançar 95 cv com esse combustível, mas sem alterar o desempenho com etanol no tanque.

    A segunda geração, lançada em 2010, aumentou o tamanho do Prisma, deixando-o mais estável e melhorando a dirigibilidade.

    A mudança teve como origem a Plataforma Global para Veículos Pequenos da Chevrolet (GSV- Global Small Vehicle), compartilhada com Onix, Cobalt, Sonic, e Spin.

    Além das alterações de tamanho e design, que deixaram o sedã mais bonito e arrojado, novos motores e a inclusão da opção por transmissão automática colocaram o Prisma em um patamar de conforto mais alto.

    Além disso, a nova estrutura também ofereceu mais segurança ao veículo, que passou a receber uma quantidade maior de opcionais, de acordo com as possibilidades e vontades do comprador.

    Em termos de mercado, o Prisma concorre diretamente com o HB20S (Hyundai), o Siena (Fiat) e o Voyage (Volkswagen).

    A segunda geração do Prisma tem 4,2 m de comprimento, com distância entre eixos de 2,5 m e mede 2 m de largura (incluindo os espelhos retrovisores externos) por 1,5 m de altura.

    No porta malas cabem até 500 litros de bagagem e o tanque de combustível comporta 54 litros de etanol ou gasolina.

    Entre as possibilidades de motorização se encontram o 1.0l SPE/4 – que entrega até 80 cv no etanol e 78 cv com gasolina – e o 1.4l SPE/4 – com potência de 106 cv alimentado por álcool e 98 cv com gasolina.

    A sigla se refere às alterações nos 4 cilindros do motor, que passam a ter injeção sequencial com ignição independente e bobinas individuais.

    Ambos os motores são transversais e localizados na frente do veículo e contam com injeção eletrônica multiponto MPFI.

    A transmissão é manual com 5 velocidades de série ou, como opcional, pode-se instalar câmbio automático de 6 marchas CVT.

    O câmbio automático disponível no Prisma é o GF6, mais moderno do que o encontrado em modelos como Cobalt, Spin e Cruze.

    Em termos de segurança, o Prisma tem freios ABS, imobilizador de motor, alarme antifurto e airbag duplo como itens de série em todas as versões.

    Já acerca de conforto, a regulagem de altura do banco do motorista, encostos de cabeça nos bancos dianteiros, sensor de estacionamento e chave tipo canivete são os principais destaques, ainda que cada versão disponha de mais equipamentos.

    Versões

    A Chevrolet disponibiliza o Prisma em três versões diferentes, sendo a LT a mais básica, a LTZ no topo de linha e a versão Advantage praticamente no mesmo nível da LTZ.

    A versão LT do Prisma pode ser equipada com qualquer um dos dois motores existentes para a linha e é equipado com direção hidráulica, vidros dianteiros elétricos, ar quente, travas de portas e porta malas elétricas, painel de instrumentos em dois tons, velocímetro com display digital, iluminação LED e detalhes do acabamento interno cromados.

    Na versão 1.0l SPE/4 o carro fica restrito ao câmbio manual, só podendo receber a transmissão automática com a motorização mais potente.

    O Prisma LT 1.4 também oferece rodas de aço de aro 15 polegadas, faróis com máscara negra, lanternas traseiras escurecidas e um aplique preto na coluna central.

    O modelo Prisma LTZ, além de oferecer todos os itens da versão LT conta com ar condicionado – sendo que o filtro de partículas é opcional -, vidros elétricos também nas portas traseiras, computador de bordo com 5 funções, roda de alumínio de 15 polegadas com acabamento diamantado, sistema multimídia MyLink com rádio AM/FM, entradas USB e Auxiliar, função Áudio Streaming, bluetooth e aplicativos para celulares e tablets e uma tela sensível a toques de 7”.

    A versão Advantage difere muito pouco do Prisma LTZ, não dispondo do computador de bordo.

    O visual é a principal diferença entre as duas, uma vez que a Advantage apresenta um aplique diferente, brilhante, na coluna central, aerofólio na tampa traseira, detalhes cromados nas saídas de ar e cores diferentes nos faróis e lanternas.

    Tanto a versão LTZ quanto a Advantage são equipadas exclusivamente com o motor 1.4l SPE/4 e podem receber, como opcional, o câmbio automático de 6 velocidades CVT GF6.

    O motor 1.0l SPE/4 tem rendimento dentro do esperado para a categoria, percorrendo até 7,6 km/l na cidade e 11,2 km/l na estrada com etanol, ou 10,7 km/l em ruas e 14,8 km/l rodoviários com gasolina no tanque.

    Já a versão 1.4 deixa um pouco a desejar, pois quando abastecida com etanol, faz apenas 5,5 km/l em vias urbanas e 9 km/l na estrada, enquanto que com gasolina chega até 10 km/l na cidade e 12 km/l na estrada.

    O reparo e as revisões do Prisma são fáceis de executar em virtude da semelhança mecânica do modelo com outros veículos da Chevrolet.

    Assim, peças de reposição e serviços são encontrados com frequência, e em virtude da demanda, a preços acessíveis.

    Outro ponto que colabora para o baixo custo de manutenção do Prisma – e de outros veículos da marca americana – é o tempo de mercado, que acabou familiarizando o pessoal de oficinas e concessionárias com as diferentes necessidades da mecânica Chevrolet.

    A desvalorização do Prisma ao sair da concessionária é menor do que a encontrada em seus concorrentes, fazendo com que proprietários que desejarem trocar de carro – seja por um Prisma mais novo ou por outro modelo – não percam tanto no momento de passar o veículo ao próximo proprietário.

    Dependendo da versão em questão, o decréscimo no valor de revenda chega a ser aproximadamente 15% do valor do carro 0 quilômetros, uma margem interessante para quem vende seu usado, uma vez que, em média, calcula-se de 20 a 25% de desvalorização.

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