Volkswagen Gol

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História do Gol

Poucos carros fazem parte do imaginário automobilístico do brasileiro ao mesmo tempo que são facilmente encontrados pelas ruas do país como o Gol. Principal modelo da Volkswagen no Brasil ao longo de quase todos os seus 35 anos, o carro já passou por remodelações, alterações mecânicas e continua sendo um dos preferidos na hora da compra, seja novo ou usado.

Década de 1980
Lançada em 1980, a primeira geração Gol surgiu para encarar o Chevette (Chevrolet) e o 147 (Fiat) e como sucessor do Fusca, na linha popular da Volkswagen. Devido às características do trânsito e das estradas brasileiras, os carros baseados em modelos estrangeiros não resistiam o suficiente e o Gol chegou com uma plataforma mais resistente e mecânica de fácil manutenção. 

Gol Quadrado

O motor original da versão básica foi herdado do Fusca, com 1300 cm³ e 47 cv, com câmbio de 4 marchas e era refrigerado a ar. O design, por sua vez, foi derivado do Passat, mais luxuoso que o Gol e pouco tempo depois, em 1985, o carro passa a utilizar motores refrigerados a líquido e recebe câmbios de 4 e 5 marchas, dependendo da versão. No mesmo ano as primeiras alterações estéticas significativas aconteceram, trocando faróis, grade, lanternas e para-choques. Já em 1988 uma das versões de maior sucesso do Gol, a GTi - primeiro carro nacional com injeção eletrônica - baseada na esportiva GT foi apresentada ao público.

Década de 1990 
A segunda geração do Gol causou comoção ao abandonar as linhas quadradas pelo design que ficou conhecido como “Gol bolinha”. Lançada em 1994, a segunda geração do carro manteve a mesma plataforma da G1, ou seja, sem grandes diferenças mecânicas apesar de toda a mudança visual. A motorização do Gol só sofreu alterações significativas em 1997, quando todas as versões do carro passam a utilizar injeção eletrônica multiponto.

Gol Bolinha

Em 1999 uma nova plataforma fez com que os modelos “2000” do Gol recebessem a denominação de G3, ainda que a mecânica fosse a mesma dos últimos modelos da segunda geração.

Década de 2000
O Gol G3 se distinguia da segunda geração do carro apenas pela estética e pela plataforma diferenciada, assim continuou até 2003, quando a Volkswagen inova mais uma vez no mercado nacional lançando o primeiro motor bicombustível - para álcool, gasolina, ou uma mistura de ambos - em 2003, no Gol Power 1.6 Total Flex. Em 2005, último ano de produção do Gol G3, a mesma tecnologia bicombustível estava também instalada na versão 1.0, ajudando a popularizar a solução no país.

GOL G3

2006 foi um ano crítico para a Volkswagen, pois ao longo do ano, por duas vezes o Palio (Fiat) - principal concorrente do Gol na época - ultrapassou o modelo alemão em vendas. Com a entrada do Polo (Volkswagen) no mercado, o Gol acabou perdendo em qualidade de acabamento, seguindo a linha dos modelos “de entrada” da fabricante, o que teve impacto nas vendas mas ainda assim, no total anual, o Gol se manteve líder no mercado nacional.
Por fim a quinta geração do Gol, chamada pela montadora de Novo Gol, lançada em 2008 é, quando comparadas a mecânica e a estética do carro, a terceira encarnação real do modelo. Sobre a plataforma do Polo, o Novo Gol passa a utilizar motorização transversal bicombustível (1.0 e 1.6), suspensão mais resistente na dianteira, nova coluna de direção e câmbio com relação mais longa, que também é utilizado no Fox (Volkswagen). No ano seguinte é lançado o Gol I-Motion, com câmbio automático.



A Sexta Geração
A G6 do Gol difere da sua antecessora em elementos estéticos, mas ainda utiliza as mesmas soluções mecânicas presentes nos veículos da quinta geração. Entre elas, as diferenças são a máscara dos faróis, o interior produzido com material reciclado de garrafas PET, além de alterações no desenho das lanternas e da tampa do porta malas.

GOL VERMELHO GOL VERMELHO GOL VERMELHO GOL VERMELHO GOL VERMELHO INTERNO DO GOL GOL BRANCO GOL BRANCO INTERNO DO GOL GOL PRATA

Especificações técnicas

O Gol disponível nas concessionárias é o de sexta geração, com 3,9 m de comprimento e 2,5 m entre os eixos, 1,7 m de largura e 1,5 m de altura. As versões do Gol contemplam diferentes opções de motor (1.0l Total Flex com 72 cv, 1.6l MSI Total Flex com 101 cv), acabamento (Trendline, Comfortline, e Highline - esta disponível apenas para motorização 1.6l MSI) e de câmbio (manual de 5 velocidades ou I-Motion automático, indisponível na opção Trendline). 

Consumo

Em termos de consumo, de combustível, motor 1.0 do Gol roda até 12 km/l na cidade e 14,5 km/l na estrada com gasolina e 8 km/l na cidade ou 10 km/l com álcool. Já o motor 1.6 abastecido com gasolina faz 10,7 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada e com álcool, rende 7,3 km/l em vias urbanas e 9,4 km/l em rodovias.
 

Manutenção

Desde seu lançamento, o Gol é reconhecido como um carro de fácil manutenção e, portanto, relativamente barata. Tanto na rede de concessionárias e oficinas autorizadas, quanto em mecânicas gerais, é comum encontrar atendimento e peças para resolver qualquer problema que um Gol venha a apresentar.
Além disso, por ser um modelo de grande presença de mercado, o custo de manutenção tende a ser mais baixo que outros carros da mesma categoria.
 

Valor de revenda

GOL REVENDA

Como queridinho do mercado, o Gol não perde tanto valor de revenda quanto outros modelos da categoria. Além disso, oferta e procura pelo modelo seminovo são constantes, graças à confiança que o brasileiro deposita na Volkswagen e no Gol. A ampla oferta de peças de reposição, o grande número de oficinas capacitadas para fornecer serviço e a manutenção bastante simples em relação aos outros veículos posicionados na categoria popular são fatores de impacto considerável na revenda dos modelos do Gol.            .
As gerações mais recentes do Gol, G5 em diante, costumam ter um leve decréscimo de valor, compatível com a idade, a motorização e o estado de conservação do carro, mas em proporção menor do que em veículos de outras marcas ou modelos, enquanto as versões mais antigas do carro tem preços bastante variáveis, principalmente devido à saída de linha de algumas das peças de reposição. Via de regra, mesmo carros bem antigos conseguem manter um bom preço de revenda e manter estável esse valor por longos períodos devido ao seu ar clássico e à nostalgia dos consumidores de um tempo em que carros eram feitos para durar.

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Avaliação do veículo

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  • Design  
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  • Dirigibilidade 
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  • Consumo de Combustível 
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  • Manutenção 
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  • Custo x Benefício 
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