Toyota Hilux

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História do Hilux

HILUX CINZA

Um dos principais modelos da fabricante japonesa Toyota desde o final da década de 1960, a Hilux originalmente foi considerada uma picape compacta. Foi lançada com motor 1.5l e câmbio manual de 4 velocidades em 1968, no Japão, sendo posteriormente levada aos Estados Unidos e demais mercados globais. Nos EUA, inclusive, chegou em 1969 com motor 1.9l, em virtude da demanda daquele país por motores mais fortes. Além disso, a versão mais longa do chassis - originalmente disponível apenas no Japão - também chegou aos mercados mundiais, exceto o norte americano. Em 1971, o primeiro modelo da Hilux recebeu um novo motor: 1.6l no Japão e 2.0l nos Estados Unidos e Canadá.

HILUX ANTIGA

A segunda geração da picape foi apresentada em 1972 e recebeu um novo design no exterior e um compartimento interno mais confortável. Também foi levada aos Estados Unidos a versão de chassis longo, como um opcional na compra do utilitário, que perdeu o nome Hilux naquele mercado, ainda que o tenha mantido no resto do mundo. A motorização da Hilux no Japão e na maioria dos mercados era de 2.0l, e nos EUA de 2.2l, com câmbio manual de 5 marchas como opcional.
Em 1978 surge a terceira geração da picape japonesa e, no ano seguinte, a primeira versão com tração nas quatro rodas pôde ser adquirida e todos os modelos podiam ser equipados com os motores da série L, a diesel, compreendendo versões 1.6l, 1.8l (apenas na Austrália), 2.2l e 2.4l.
Na década de 1980 a Toyota apresenta mais uma atualização da linha Hilux e o grande destaque da quarta geração é a inclusão de uma versão cabine estendida, com 4 portas, além dos primeiros modelos com transmissão automática, tudo isso em 1983. Apenas 5 anos depois uma nova iteração é lançada, dessa vez com um chassis mais longo (3,1 m contra os 2,6 m da Hilux G4) - passando a ser considerada uma picape média e não mais compacta - e com caçamba inteiriça, o que diminuía a incidência de pontos de ferrugem muito comuns nos modelos anteriores. Foi nessa geração que a Toyota retirou a picape do mercado americano, substituindo-a pela Tacoma, enquanto na América do Sul o modelo era produzido na Colômbia com motor a gasolina (para venda na Colômbia, Equador, e Venezuela), na Argentina (vendidos no Brasil, no Uruguai, e na Argentina) - com motores a gasolina e a diesel -, ou importados do Japão.
No final do anos 1990 surge a sexta geração, que não foi comercializada no Brasil devido ao redesign e atualização de mecânica promovidos pela Toyota nos modelos Hilux da quinta geração no país (o mesmo aconteceu na Argentina).
O mercado brasileiro só conheceu uma nova geração da Hilux em 2005, quando o projeto IMV (Innovative International Multi-purpose Vehicle, ou Veículo Multiuso Inovativo Internacional) da Toyota revela versões fabricadas na Argentina (com motores produzidos no Japão) de 2.5l a gasolina ou diesel e 3.0l turbo diesel incluindo cabine simples, cabine estendida, e cabine dupla 4 portas, com ou sem tração nas quatro rodas. Em 2011 toda a linha Hilux recebeu um novo design, sendo que apenas as portas, tampa de caçamba, e teto permaneceram iguais aos das versões anteriores.
A oitava geração da Hilux foi revelada em 2015 simultaneamente na Tailândia e na Austrália, e adota a nova filosofia de design Keen Look da Toyota, já conhecida pelas versões recentes do Corolla. Os modelos comercializados no Brasil continuam sendo fabricados na planta de Zarate, na Argentina, enquanto os veículos destinados a outros mercados são produzidos em Samut Prakan, na Tailândia.

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Especificações técnicas

HILUX PRATA

Com 5,2 m de comprimento e 3,1 m de distância entre eixos, largura total e altura de de 1,8 m, espaço é algo que sobra nos atuais modelos de Hilux. O peso bruto do veículo ultrapassa 2400 quilogramas em todas as versões, chegando a pesar 3 toneladas em alguns modelos. O tanque de combustível tem capacidade para até 80 litros.
Os motores disponíveis para a Hilux são o Toyota Diesel D-4D 2.8l 16V turbo, com alimentação direta e eletrônica de combustível pelo sistema Common Rail, que equipa versões de cabine simples e dupla e entrega 177 cv de potência e o Toyota VVT-i Flex 2.7l 16V DOHC, disponível apenas para cabine dupla e alimentado por injeção eletrônica tipo EFI, gerando até 163 cv de potência com álcool e 158 cv na gasolina.
A transmissão pode ser manual ou automática com 6 velocidades para o motor D-4D 2.8l e no VVT-i 2.7l pode ser instalado câmbio manual de 5 marchas ou automático de 4 velocidades.


Versões
Oficialmente, existem 7 versões disponíveis para a Hilux: as com cabine dupla STD, STD M/T, SR A/T, SRV A/T e SRX A/T e as com cabine simples: caçamba ou cabine e chassi. Dependendo da motorização preferida - diesel ou flex - existem limitações sobre algumas possibilidades para o utilitário, em especial para a tração 4x4, bem como na capacidade de carga da caçamba.
As versões de cabine simples só utilizam o motor D-4D 2.8l e são restritas também ao câmbio manual de 6 marchas. Ainda assim, tanto a versão caçamba quanto a chassi dispõe de tração 4x4, com reduzida de acionamento eletrônico e diferencial com bloqueio. A capacidade de carga da versão caçamba é de 1.020 kg, enquanto a Hilux chassi permite cargas de até 1.195 kg. Em termos de equipamentos, as duas versões se equivalem, tendo um pacote bastante básico de itens de conforto e conveniência, como ar condicionado manual, ajustes manuais de inclinação e distância do banco do motorista e uma tomada 12V na cabine.
Dentre as cabines duplas, a divisão de versões atende principalmente às opções de motorização, sendo que o motor VVT-i 2.7l é utilizado nos modelos SR A/T, STD M/T, SRV A/T. A versão bicombustível da SR A/T só está disponível com tração 4x2 com diferencial de deslizamento limitado, enquanto os outros modelos dispõe de tração 4x4 e bloqueio de diferencial. Ainda assim, existe uma versão 4x2 bicombustível da SRV A/T. A capacidade de carga dessas versões gira entre 730 kg (SR A/T e SRV A/T 4x2 e 4x4) e 755 kg (STD M/T).
SR A/T e STD M/T compartilham vários equipamentos, como ajuste de altura no banco do motorista e rádio com CD player e MP3 compatível com iPod e iPhone, além do revestimento em tecido e vinil nos bancos e o volante com controles de áudio. Já a versão SRV A/T 4x2 difere da 4x4 na ausência de um protetor de caçamba e no ar condicionado, manual de fábrica com opcional pelo digital, que já vem instalado na versão 4x4, além de mais alguns detalhes do interior. Ambas contam com bancos de couro, acendimento automático dos faróis, ajustes elétricos de inclinação, distância e altura no banco do motorista, computador de bordo com 7 funções, estribos laterais e painel de instrumentos padrão OPTITRON.
Já as cabines duplas com motor D-4D a diesel se distribuem entre os modelos STD, SR A/T, SRV A/T e SRX A/T. Todas as versões contam com tração nas quatro rodas com bloqueio do diferencial, porém apenas SRV A/T e SRX A/T dispõe de controles eletrônicos de tração (TRC) e de estabilidade (VSC), além de câmbio automático de 6 velocidades. STD e SR A/T usam transmissão manual, também com 6 marchas.

HILUX PRATA

A capacidade de carga de cada versão difere em algumas gramas: 1.000 kg para SRX A/T, 1.005 kg para SRV A/T, 1.015 kg na STD e 1.025 kg para SR A/T.
Em termos de equipamentos, SR A/T e SRV A/T contam com o mesmo pacote que suas contrapartes a gasolina. A versão STD, mais básica, conta com ar condicionado manual, coluna de direção com ajuste de altura e profundidade, porta revistas nos bancos dianteiros, entre outros detalhes. Já a versão SRX A/T, topo de linha da Hilux, oferece 2 tomadas 12V na cabine (contra 1 de outros modelos), sistema multimídia Toyota Play com GPS e TV digital integrados e tela sensível a toques de 7”, sistemas Start Button/Push Start de partida sem chave e Smart Entry para destravamento das portas, computador de bordo com tela de 4,2” TFT e saída de ar central para os bancos traseiros.

Consumo

O consumo da Hilux é compatível com a potência dos motores de 2.7l Flex e 2.8l turbodiesel.
O motor D-4D alcança até 9 km/l em trechos urbanos e 10,5 km/l em rodovias, enquanto as versões equipadas com VVT-i percorrem até 5 km/l na cidade e 6,7 km/l fora dela quando abastecidas com álcool, ou 7,6 km/l na rua e 8,6 km/l na estrada com gasolina no tanque.
 

Manutenção

Por se tratar de um veículo utilitário, a robustez das peças e partes de uma Hilux, em qualquer versão, é bem superior à encontrada em carros de passeio. Só isso já reduz consideravelmente o custo de manutenção do modelo. Porém, em caso de necessidade, o valor tanto do serviço quanto das peças também é mais salgado do que em veículos urbanos.
 

Valor de revenda

HILUX TRASEIRA

Na hora de passar uma Hilux para outro proprietário, a vantagem é claramente das versões a diesel, mais procuradas e com menor depreciação de valor. Após o primeiro ano de uso, as versões diesel da Hilux perdem aproximadamente 14% do valor em relação ao modelo 0 quilômetro, enquanto as versões bicombustível, bem como picapes de outras marcas, chegam a desvalorizar em até 17%.


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Avaliação do veículo

  • Avaliação geral
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  • Design  
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  • Performance  
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  • Conforto e Acabamento 
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  • Dirigibilidade 
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  • Consumo de Combustível 
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  • Manutenção 
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  • Custo x Benefício 
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