Tudo sobre Hyundai Tucson

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História do Tucson

TUCSON HISTORIA

A Tucson marca a investida da sul coreana Hyundai no mercado de veículos utilitários leves - também chamados Crossovers -, que cresce ferozmente no Brasil desde que a EcoSport (Ford) começou a transitar pelas ruas do país. Carregando o nome da segunda cidade mais populosa do estado norte americano do Arizona, a Tucson foi lançada inicialmente em 2004 com diferentes configurações para mercados estabelecidos (Estados Unidos, Europa, etc) e emergentes (Brasil, Ásia, e África).
O modelo original da Tucson compartilhava sua plataforma - baseada no Elantra (Hyundai) - com o Sportage (Kia), vindo equipado com motores de 2.0l ou 2.7l V6 e transmissão manual de 5 ou 6 velocidades ou câmbio automático de 4 marchas SHIFTRONIC. Em alguns mercados, em especial o europeu e o norte americano, versões com tração 4x4 foram oferecidas, mas o mesmo não ocorreu no Brasil ou outros países de mercado emergente.
A segunda geração do veículo foi apresentada em 2009 como Hyundai ix35 na maioria dos mercados, ainda que o nome Tucson perdure nos Estados Unidos.
Por aqui, a Tucson é montada na fábrica de Anápolis, interior de Goiás, desde 2009, quando a primeira geração do modelo chegou ao país, com a passagem da linha para a segunda geração ocorrendo apenas em 2013.



Na maioria dos mercados, a Tucson foi substituída pelo ix35, lançado em 2015, e foi desenhado seguindo os preceitos da Escultura Fluida, filosofia de design adotada pela Hyundai, sob orientação do ex-designer da BMW Thomas Buerkle. Além do visual com linhas próximas às de um coupé, o pacote de equipamentos, o desempenho e a resposta do ix35 ao motorista são considerados pontos bastante positivos do Crossover coreano.

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Especificações técnicas

TUCSON ESPECIFICACOES
Com 4,3 m de comprimento e 2,6 m entre os eixos, 1,7 m de altura e 1,8 m de largura, a Tucson não difere muito em termos de tamanho com outros modelos contra os quais concorre diretamente no mercado, como o EcoSport (Ford), a Duster (Renault), e o CR-V (Honda), ou contra competidores mais novos e de classes de luxo superiores como o Renegade (Jeep). Ainda assim, um dos pontos positivos do modelo é seu espaço interno, bastante confortável e amplo. O tanque tem capacidade para até 65 litros de combustível, enquanto o porta malas comporta bagagem equivalente a até 644 litros sem o rebatimento dos bancos traseiros, ou 1679 litros com os bancos completamente recolhidos.
No Brasil a Hyundai oferece apenas uma opção de motor para a Tucson. O Beta 2.0l DOHC CVVT bicombustível, possui 4 cilindros e 16 válvulas, cabeçote em alumínio, injeção eletrônica multiponto MPFI com ignição eletrônica incorporada e comando de válvulas com tempo variável. Da mesma forma, apenas a transmissão automática de 4 velocidades F4A42 equipa as versões da Tucson vendidas em território brasileiro, também limitadas à tração dianteira. Apesar do bom desempenho apresentado por este conjunto, a falta de alternativas - tanto de motorização quanto de câmbio - tornam a Tucson menos atrativa que alguns de seus concorrentes, dependendo da necessidade do consumidor.
A direção da Tucson conta com assistência hidráulica progressiva, e a suspensão é independente nas quatro rodas, sendo as dianteiras do tipo McPherson e as traseiras com Dual-Link. Ao todo, a combinação de motor e transmissão permite à Tucson desenvolver até 146 cv quando abastecida com álcool etanol, ou 142 cv com gasolina no tanque.



Versões
TUCSON TRASEIRA

Apenas duas versões da Tucson são comercializadas no Brasil pela Hyundai: a GP44L, mais básica e a mais equipada GP45N, também chamada de Tucson Top.
A opção de entrada, além de utilizar motor e câmbio iguais aos da versão mais avançada, tem bancos em tecido, ar condicionado eletrônico com visor digital dotado de AQCS, controle de trava das portas com acionamento sem chave, faróis de neblina, espelhos retrovisores externos na cor do veículo, com comando elétrico e rebatíveis eletricamente, rack para bagageiro externo no teto do veículo, banco traseiro com apoio para os braços, porta copos e rebatimento fracionado 40/60, freios ABS com EBD, airbags para o motorista e o passageiro, acendimento automático dos faróis, coluna de direção retrátil e célula de sobrevivência - dispositivo de segurança que aumenta a resistência mecânica da cabine a impactos.
Já a versão GP45N, além de todos os elementos disponíveis na GP44L, dispõe de Central de Entretenimento com bluetooth e GPS integrados, câmera de ré e bancos em couro ecológico.

 

Consumo

O desempenho da Tucson é compatível com o esperado na categoria Crossover. Em termos de consumo, infelizmente o motor Beta 2.0l DOHC CVVT bicombustível sofre na hora de ser comparado com os de outras ofertas no segmento. Com etanol no tanque, os modelos percorrem até 5 km/l na cidade e 7,6 km/l na estrada ou, quando abastecido com gasolina, desenvolvendo até 7,8 km/l urbanos e 9,9 km/l rodoviários. Essas estatísticas lhe rendem um pesado “E” na aferição do INMETRO, fazendo com que o Crossover da Hyundai seja o menos econômico da categoria.
 

Manutenção

Entre os grandes problemas dos veículos da sul coreana Hyundai no Brasil estão o preço e a pequena disponibilidade das peças de reposição, o que pode gerar gastos e demora significativos em caso de reparos mais complexos no carro. Como se trata de um Crossover, ou seja, um veículo utilitário com algumas pretensões mais pesadas do que o asfalto, não é impossível que certas peças - de acordo com o uso feito da Tucson - precisem de troca relativamente cedo na vida útil do veículo. O lado positivo, entretanto, são os 5 anos de garantia oferecidos pela fabricante, o que ajuda a minimizar o impacto no bolso - mas não no calendário - em alguns casos.

Valor de revenda

TUCSON LATERAL

Mais um problema para a fabricante sul coreana, além da dificuldade na substituição de peças  e partes da Tucson, é a desvalorização do veículo no primeiro ano fora da concessionária. Em média, o Crossover da Hyundai perde quase 20% do valor do novo na hora da revenda. Essa faixa de depreciação é crítica principalmente pela idade do modelo, já considerado ultrapassado no segmento apesar da renovação da terceira geração, em especial graças à entrada do Renegade, do próprio ix35 e outros utilitários leves mais modernos de design mais bonito e melhor desempenho e consumo. O grande ponto a favor da Tucson continua sendo o espaço interno, extremamente confortável, mas que em virtude do acabamento não tão refinado quanto o de seus concorrentes, também acaba ficando em segundo plano.

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Avaliação do veículo

  • Avaliação geral
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  • Design  
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  • Performance  
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  • Conforto e Acabamento 
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  • Dirigibilidade 
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  • Consumo de Combustível 
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  • Manutenção 
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  • Custo x Benefício 
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