3 erros mais comuns ao escolher um ponto comercial

    Ponto comercial com uma localização privilegiada pode ser um fator determinante. Saiba quais são os 3 erros mais comuns ao escolher o ponto comercial.

    Chaves na MãoPor : Chaves na Mão3 anos atrás

    A localização do ponto comercial afeta o sucesso do empreendimento

    O ponto comercial com uma localização privilegiada pode ser um fator determinante no sucesso do empreendimento.

    O essencial é pesquisar sobre o modelo de operação e qual o perfil do seu cliente.

    3 erros mais comuns ao escolher um ponto comercial

    Segundo Marcuz Rizzo, consultor de franquias na Rizzo Franchise afirma que “a maioria dos clientes vem de uma distância máxima de três quilômetros do seu negócio. Antes de instalar, busque essa concentração”.

    Confira os 3 erros mais cometidos na hora de escolher o ponto comercial ideal para o negócio:

    Adaptar o negócio para um ponto comercial específico

    3 erros mais comuns ao escolher um ponto comercial

    Um dos grandes erros cometidos por empreendedores é o de adaptar o negócio para um ponto comercial específico e não o contrário. “Você está mudando seu conhecimento diante de um ponto oportunidade. Eu não acredito em oportunidade, acredito em situações em que o ponto está adequado para o seu negócio”, afirma Rizzo.

    Depender de poucas pessoas para indicar pontos

    Filomena Garcia, sócia do Grupo Cherto, recomenda ter o contato com o maior número de pessoas que possam recomendar pontos comerciais. “O ponto bom não fica muito tempo, então tem de ter uma avaliação rápida. Não é se precipitar no primeiro, mas, quando você vê um ponto que segue seus valores, você tem de ser rápido para fechar a negociação”, recomenda.

    Não planejar o modo com que os clientes chegam ao local

    3 erros mais comuns ao escolher um ponto comercial

    Primeiro é necessário ter em mente dois conceitos simples: se o seu negócio é de passagem ou destino.

    Se os consumidores serão atraídos pela fachada e será uma passagem rápida, o negócio é de passagem.

    Mas, se os clientes precisarão estar dispostos a se deslocar, por exemplo, um cabeleireiro ou restaurante, o negócio é de destino.

    “O negócio de passagem depende de alto fluxo de passantes. Por isso, tem que ter boa visibilidade e tentar aproximar a venda da porta para captar os clientes.

    Já o negócio de destino deve ter serviços adicionais, como estacionamento”, explica Rizzo.

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