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Apartamento com 2 quartos à venda na Rua do Humaitá, 256, Humaitá, Rio de Janeiro, 90 m2 por R$ 895.000
R$ 895.000
Condomínio R$ 700
    • 90m² Área
    • 2 Quartos
    • 1 Suíte
    • 2 Banheiros
    • 1 Garagens

    Apartamento com 2 quartos à venda na Rua do Humaitá, 256, Humaitá, Rio de Janeiro, 90 m2 por R$ 895.000

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    Rua do Humaitá, 256
    Humaitá, Rio de Janeiro

    Apartamento Referência: BRJ40979

    Este apartamento de 2 quartos é do tamanho ideal para uma família, além de possui um terceiro quarto com banheiro (considerado depencia de empregada)

    Os cômodos são bem iluminados com uma bela vista para o bairro e a natureza.

    A cozinha é espaçosa e tem área de serviço com uma boa despensa e banheiro de serviço.

    O prédio conta com salão de festas, Playground (externo) e quadra esportiva.

    Ele fica localizado em uma região majoritariamente residencial e tranquila do Humaitá, a rua é bonita e bem arborizada.

    Nas redondezas os moradores encontram diversas opções para todas as necessidades, como mercados, farmácias, hospitais e escolas. Há um Mercado Zona Sul a apenas 4 minutos a pé.

    A Lagoa Rodrigo de Freitas está um pouco mais a frente, a cerca de 15 minutos. O Parque Lage está a 5 minutos de carro, e oferece um roteiro de lazer para a toda família, com opções de trilhas e parquinhos. O Humaitá é um bairro do Rio de Janeiro com ótima localização e muito contato com a natureza.

    Considerado um dos bairros mais seguros do Rio de Janeiro, o Humaitá tem ruas arborizadas e iluminadas, e algumas ruas menores do bairro ainda mantém o pavimento de paralelepípedos, mantendo a identidade do bairro e um charme sem igual com uma mistura de belas paisagens, arquitetura e tranquilidade.

    Documentação em dia e preparada para você comprar com toda a segurança e sem risco.

    Conte com a visita acompanhada de consultores e corretores para te ajudar a encontrar o apê dos seus sonhos!

    Saiba mais sobre o bairro do Humaitá, Zona Sul do Rio de Janeiro:

    O discreto charme do Humaitá Por Luís Alberto Prado

    Humaitá é um bairro nobre da Zona Sul, de classe média alta, que faz limite com Botafogo, Jardim Botânico, Lagoa, Alto da Boa Vista, Copacabana e Santa Teresa, porém com características próprias. Seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), em 2000, era de 0,959, o sétimo melhor da cidade do Rio de Janeiro. Nele, podemos encontrar as mais tradicionais escolas da cidade e algumas representações diplomáticas, além de bares e restaurantes da moda, tendo como pano de fundo a Floresta do Corcovado.

    Encontra-se praticamente unificado pelas ruas Humaitá, São Clemente e Voluntários da Pátria, preservando um caráter residencial. O local é um dos poucos bairros da Zona Sul que ainda possuem um grande número de casas tradicionais e antigas, algumas delas tombadas pelo patrimônio histórico. As ruas mais valorizadas são aquelas que ficam na encosta do Corcovado.

    A denominação, delimitação e codificação do bairro foram estabelecidas pelo Decreto nº 3.158 de 23 de julho de 1981, com alterações no Decreto nº 5.280 de 23 de agosto de 1985. Já a Área de Proteção do Ambiente Cultural (Apac) do Humaitá foi criada pelo Decreto nº 26.268, em 20 de março de 2006.

    Como tudo começou

    A área era conhecida pelos índios como Itaóca, devido à gruta que existia no fim da Rua Icatu. Porém, em 1590, o local passou a ser chamado de Botafogo em razão do então proprietário, João Pereira de Sousa, lugar-tenente do governador-geral Antônio Salema. Por ter sido ajudante de Salema, Pereira de Sousa ganhou duas sesmarias, a de Francisco Velho e a de Inhaúma - a primeira na atual Enseada de Botafogo, nome adotado por seus ancestrais graças à fama do galeão São João Batista, mandado construir pelo rei D. João II, em 1519. O galeão tinha poder de fogo de 200 peças de artilharia pesada e ganhou o apelido de Botafogo. Os feitos da embarcação foram tantos que os nobres portugueses tiraram carta de brasão e armas com o título de Botafogo. Por ter sido chefe de artilharia do Botafogo, João Pereira recebeu tal denominação. Mais tarde, quando foram se configurando os bairros cariocas, parte da área de Botafogo ganhou o nome de Humaitá em homenagem à Batalha de Humaitá, travada durante a Guerra do Paraguai, tornando-se um bairro independente.

    No fim do século XVII, surge uma das figuras centrais da história de Botafogo e Humaitá: o padre Clemente José Martins de Matos. O sacerdote, que exerceu cargos importantes na Igreja Católica - como vigário-geral e tesoureiro - comprou a sesmaria de Botafogo em 1680, fundando a Fazenda do Vigário Geral ou de São Clemente. A primeira coisa que fez foi erguer uma capela em homenagem ao santo de mesmo nome, a qual existiu até o início do século XX, no local onde hoje está a Rua Viúva Lacerda. Além disso, abriu um caminho da enseada até a capela: o caminho de São Clemente. Em homenagem à sua mãe, que morreu em 1698, padre Clemente batizou o morro junto às suas propriedades de Dona Marta.

    Após a morte do religioso, suas terras foram loteadas e vendidas. Surgem assim algumas chácaras, com residências para veraneio das famílias mais abastadas, principalmente comerciantes. O acesso particular à quinta de D. Clemente se tornou um logradouro público para atender às novas propriedades. No entanto, até o início do século XIX, a área era praticamente despovoada e considerada rural.

    A chegada da Família Real

    Em 1809, oito meses após a chegada de D. João VI ao Brasil, a freguesia de São João Batista da Lagoa, englobando Botafogo, Humaitá e parte de outros bairros da Zona Sul, foi elevada à categoria de paróquia, atendendo a uma solicitação dos moradores locais. No entanto, por falta de verbas, somente em 1831 foi construída a matriz de São João Batista, utilizando a doação de Joaquim Batista Marques de Leão.

    Carlota Joaquina, esposa de D. João VI, escolheu um terreno na Praia de Botafogo, esquina com o Caminho Novo (atual Marquês de Abrantes), para construir sua mansão. Ela e o marido moravam em casas separadas, só se encontrando nas cerimônias oficiais. A presença da princesa-consorte do Brasil valorizou o bairro, cujas terras tornaram-se muito cobiçadas. De bairro rural, transformou-se no local preferido dos nobres e dos comerciantes ingleses, que o apelidaram de green lane (faixa verde), devido à sua beleza natural.

    Em 1826, foram abertas a Rua Nova de São Joaquim, atual Voluntários da Pátria (que só em 1870 teve seu prolongamento até Humaitá), e parte da Rua Real Grandeza, definindo novos contornos ao bairro. Até então havia apenas o Caminho do Berquó (hoje General Polidoro), o Caminho de Copacabana (Rua da Passagem), a Praia de Botafogo e a Rua São Clemente. Os logradouros eram abertos pelos proprietários das chácaras e depois doados ao município.

    Segundo consta, a parte mais nobre da região era a Rua São Clemente, onde se instalaram os barões do café. Na Voluntários da Pátria moravam os comerciantes e os pequenos nobres. O processo de ocupação do solo aconteceu para atender a uma demanda cada vez maior por parte das pessoas que não queriam mais morar no Centro.

    O século XIX

    Na opinião de estudiosos, o advento do transporte marítimo de passageiros foi muito importante para o crescimento da região. Em 1843, um serviço de barcos a vapor passou a ligar Botafogo ao Saco do Alferes, no Centro (Santo Cristo). Um ano depois, outra companhia iniciou a ligação da Enseada de Botafogo à Ponta do Caju, próximo à Quinta da Boa Vista. Com o progresso chegando, no ano de 1852 a Santa Casa de Misericórdia inaugurou o Cemitério de São João Batista (o primeiro sem distinção de raças).

    Já o sistema de iluminação a gás foi inaugurado em 25 de março de 1854, deixando de lado o antiquado e dispendioso sistema a óleo de baleia. Continuando o processo de urbanização, vieram os bondes, o abastecimento de água e o serviço de limpeza pública. De acordo com a história, ainda por e...

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