Arquitetura sustentável: como aplicar na residência?

Aqui, você encontrará a explicação definitiva dos conceitos de arquitetura sustentável e de como implementá-los no seu cotidiano. Boa leitura!

Chaves na MãoPor : Chaves na Mão1 mes atrás

Uma nova tendência tem se estabelecido em meio aos anseios mundiais.

Estamos falando das condutas ambientalmente responsáveis. Essa preocupação tem se intensificado com a divulgação de mais fatos incontestáveis em relação às alterações climáticas.

Geleiras monumentais desaparecendo, falhas geológicas gerando fendas e demais eventos climáticos igualmente catastróficos.

Apesar de soarem como a sinopse de um blockbuster apocalíptico, os dois eventos acima constituem parte da história recente da climatologia, citando o derretimento da geleira Totten, na Antártida, e o agravamento da falha de San Andreas, respectivamente.

Até mesmo os setores industriais que triunfam com a utilização de combustíveis fósseis têm migrado para soluções limpas — vide a guinada dos automóveis elétricos. E não seria diferente no nicho arquitetônico, que sempre valorizou a utilização inteligente dos recursos naturais.

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Foi pensando no planeta em que vivemos e no seu desejo por uma casa ambientalmente amigável, que elaboramos este mega post sobre a arquitetura sustentável. Aqui, você encontrará a explicação definitiva dos conceitos e de como implementá-los no seu cotidiano. Boa leitura!

Conceito de arquitetura sustentável

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Assim como em grande parte das situações da vida, foram necessários alguns erros crassos, seguidos por consequências catastróficas, para chamar a atenção definitiva da humanidade para a questão do clima.

Em fundamento, a arquitetura sustentável é uma tentativa voraz de minimizar o impacto ambiental causado pelas infraestruturas da atualidade, sejam residenciais, sejam comerciais.

É um movimento levantado em função da urgente necessidade de adequação ao pensamento ecológico.

Os primeiros projetos com esse caráter foram realizados por arquitetos engajados com esse propósito, chamando a atenção de toda a comunidade arquitetônica sobre a possibilidade de uma existência mais limpa, menos degradante e com o menor impacto ambiental possível.

Enquanto conceito, essa arquitetura objetiva a aplicação inteligente de todos os recursos naturais, reimaginando a maneira de obtê-los, para então reaproveitá-los o maior número de vezes.

Assim como em todos os conceitos de sustentabilidade, prioriza-se a otimização dos sistemas para obter o melhor coeficiente energético por meio da menor quantidade de energia — menos é mais.

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Os principais alicerces da arquitetura sustentável são a utilização de energia limpa, biomassa, solar, eólica, entre outras; integração inteligente dos sistemas que demandam eletricidade, iluminação com temporizadores e sensores de presença, climatização automatizada aliada a formas de reter ou dispersar o calor; e também a máxima redução possível dos materiais de construção.

Além disso, a arquitetura sustentável pode ser tanto um norte para o seu projeto imobiliário, construindo um imóvel a partir do nada com plena adequação ambiental, ou um ideal no qual se inspirar, implementando condutas ou sistemas de sustentabilidade, seja no seu imóvel ou no seu cotidiano.

O fundamental é fazer algo nessa direção, pois todo esforço, mesmo que mínimo, é um passo à frente!

Redução de custos e de degradação à natureza

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Tratando-se da implementação de sustentabilidade em um imóvel, muitas pessoas recusam a ideia devido ao alto custo de conversão de uma casa convencional a uma plenamente sustentável, o que é, de certa forma, uma realidade, pois, a um primeiro momento, investimentos precisarão ser feitos.

Mas tudo é uma questão de ponto de vista, existindo dois argumentos que complementam essa ideia.

O primeiro explica a drástica redução dos custos operacionais de uma casa completamente sustentável, em que deixam de existir cobranças de energia elétrica e, às vezes, de abastecimento hídrico, o que acabaria compensando o investimento em pouco tempo.

Já o segundo argumento brinca exatamente com a ótica do consumidor, com falta de recursos para os investimentos sustentáveis, mas com sobra para a implementação de uma piscina ou a construção de uma edícula.

No fim das contas, trata-se de uma questão de prioridades. Supondo que a conversão sustentável saia pelo mesmo preço que as reformas mencionadas, piscina e edícula, bastaria considerar que apenas a reforma sustentável se pagaria o longo prazo.

Ainda tratando de custos, precisamos ressaltar a valorização imobiliária de uma casa ambientalmente sustentável.

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No Brasil, ela chega a alcançar 30% no valor venal do imóvel. Para além disso, os imóveis sustentáveis são a nova tendência do mercado imobiliário.

Seguindo a correnteza internacional, não deve demorar para chegar o momento em que os green buildingsempreendimentos “verdes” — serão o novo referencial de nobreza, praticidade e luxo imobiliário.

Saindo das reduções em valores financeiros, podemos tratar do principal objeto de redução da arquitetura sustentável: a redução de danos à natureza.

A forma mais evidente se dá pela utilização de materiais de construção ambientalmente amigáveis, como os tijolos ecológicos, que dispensam o processo de queima em sua fabricação, isentando-se das emissões de dióxido carbono.

Em um contexto mais amplo, a utilização de energia limpa dispensa a eletricidade advinda das nocivas hidrelétricas, e a água captada da chuva pode ser utilizada em inúmeras tarefas de limpeza externa, evitando o desperdício do abastecimento de água municipal e potável.

Além disso, quando possível, constroem-se poços artesianos, garantindo um abastecimento limpo e isento da prefeitura.

Outra atitude ambientalmente relevante é a implementação de jardins e hortas domésticas, obtendo leguminosas de maneira orgânica e controlada, não incentivando os produtores agrícolas que, inevitavelmente, utilizam agrotóxicos em função da grosseira lei da produtividade que o mercado nacional lhes impõe.

As alternativas para a sustentabilidade são inúmeras, basta ter vontade para implementá-las!

Janelas e claraboias

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Durante a fase inicial do projeto de uma casa ambientalmente sustentável, uma questão tem sua importância revelada: como obter a maior quantidade de luz natural possível? A resposta é bastante simples: ampliar ao máximo a área envidraçada, caracterizada pela livre utilização de janelas e claraboias.

No entanto, o truque não é fazer uma caixa de vidro! A ideia é integrar essas aberturas de maneira inteligente com os ambientes internos, de modo a maximizar os períodos sem a utilização de eletricidade durante o dia.

Além disso, a decoração precisa considerar os propósitos do projeto. É por isso que as casas ou apartamentos sustentáveis priorizam que os ambientes internos tenham cores claras, facilitando a visibilidade ao longo de todo o dia e, consequentemente, minimizando a necessidade de acender qualquer lâmpada.

E mais: tratando-se de casas, em que se tem maior liberdade de construção e adaptação, a instalação de claraboias torna-se muito importante.

Os ambientes mais indicados para as claraboias são os banheiros, por terem menor dimensão, conseguindo ser completamente iluminados, a depender do tamanho da claraboia.

Corredores também podem ter sua iluminação intensificada com claraboias longitudinais. Por fim, também é interessante a implementação desse recurso de arquitetura nas salas.

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Uma maneira inteligente de aumentar não somente a luminosidade dos ambientes internos, mas também a noção de espaço é a utilização de espelhos.

Sempre que um ambiente fizer fronteira com uma parede que dê para a parte externa do imóvel, aproveite as luminosidades que existem do lado de fora, fazendo o possível para adicionar alguns “rasgos” — seções envidraçadas em paredes que seriam lisas em outras situações.

Além das dicas acima, pode ser bacana considerar a aquisição de vidros eletrocrômicos.

Embora recente no mercado brasileiro, essa opção aponta uma redução de até 25% nos custos de climatização interna, como aqueles gerados pelos ventiladores e ares-condicionados.

Isso é possível devido à presença de uma película na superfície do vidro, que é capaz de administrar a entrada dos raios solares nos cômodos ao alterar a maneira como a iluminação solar é refletida pelo vidro.

Materiais recicláveis e ecologicamente corretos

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Durante o processo de construção, é fundamental que o projeto sustentável utilize materiais recicláveis de alta durabilidade, com fabricação ecologicamente adequada.

Eles são característicos pela sua composição, geralmente reaproveitada a partir de uma matéria-prima inicialmente descartada.

E não ache que as alternativas são poucas, pois, em função do movimento da arquitetura sustentável, cada vez mais fabricantes disponibilizam essas opções no mercado de decoração e infraestrutura brasileiro.

Produtos ecologicamente corretos são aqueles com soluções inteligentes no combate ao desperdício de recursos.

Por exemplo, você já viu uma descarga de acionamento duplo? O nome pode soar estranho e superavançado, mas essa descarga nada mais é do que aquela que te apresenta duas opções de fluxo, para dejetos líquidos ou sólidos, geralmente caracterizado pelo desenho de uma e três gotinhas, respectivamente.

Essa simples solução já consegue salvar muita água por si só, haja vista que uma descarga costuma dar fluxo a até 15 litros de água por acionamento!

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Outros produtos ecologicamente corretos: temporizadores e sensores de presença para as lâmpadas, temporizador para as torneiras, lâmpadas de LED, telhados com capacidade de isolar calor, entre outros. As soluções são inúmeras e, a cada dia, o mercado dispõe de mais inovações.

Para além desses produtos inteligentes, você ainda pode recorrer aos materiais de construção ambientalmente amigáveis. Como citado anteriormente, existem os tijolos ecológicos e telhas fabricadas a partir de compostos vegetais.

E para quem não quer abrir mão do estilo na decoração interior, existem os pisos vinílicos, que são isolantes térmicos e acústicos, macios ao toque e, além de tudo, encontrados nas mais variadas estampas e estilos, superando os tradicionais pisos de porcelanato ou pedra, que são frios, rígidos, caros e nocivos ao ambiente.

Compostagem

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Outro fator coringa em uma casa ou apartamento sustentável é a compostagem.

Entre todos os procedimentos, a compostagem e a horticultura serão os únicos que demandarão esforço cotidiano, considerando que a construção e a implementação da casa sustentável acontecerá apenas uma vez.

Voltando ao tema desta seção, a compostagem nada mais é que um procedimento que converte resíduos orgânicos em adubo, fundamental para a jardinagem e horta doméstica.

Mas, para além da produção de adubo utilizável na horta, a compostagem apresenta um grupo de benefícios muito substanciais para a casa sustentável.

O primeiro, que também é um forte argumento a favor da prática, está na redução de quase 50% do lixo mensal produzido pelo domicílio.

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No decorrer de uma semana, uma família costuma produzir 21 kg de lixo. No período de um mês, podemos pressupor 84 kg. Você já imaginou reduzir em até 42 kg o volume de lixo produzido pela sua casa, por mês?

Com a redução drástica na produção de lixo, você estaria aliviando a exigência sobre os aterros sanitários. Consequentemente, seria reduzida a emissão de poluentes — dióxido de carbono e derivados do enxofre — durante o transporte de todo este lixo.

Além disso, os 42 kg de lixo que deixam de ir para o aterro não vão liberar poluentes como o chorume tóxico ou o gás metano, contaminantes pesados do solo, o que evitaria poluir os canais de água.

Para além da não poluição, a compostagem permite que você fabrique adubo naturalmente, sem nenhuma cobrança, sem nenhum envasamento em plástico — derivado do petróleo — e com a plena certeza de que não foi utilizado nenhum aditivo químico no procedimento.

Quanto mais se aprofunda na sustentabilidade, mais se percebe que tudo faz parte de um ciclo. Quanto mais se busca a autossustentabilidade, menos se depende e contribui para o sistema poluente tradicional.

Reutilização de água e energia

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Esse é o principal tema quando se pensa na sustentabilidade imobiliária.

Afinal de contas, tudo gira em torno da redução dos custos e dos desperdícios e da utilização otimizada de todos os recursos captados.

Por isso, tratando-se de água, existem algumas ideias e sistemas desenvolvidos para ajudar em todo o processo de reutilização responsável.

As ideias mais populares são a implementação de sistemas que retêm a água da chuva, inicialmente captada em calhas e ralos e, então, redirecionada até uma cisterna de armazenamento.

Toda a água coletada das chuvas pode ser redirecionada no encanamento que abastece o sistema das descargas, que não exige água tratada, pois só precisa da força gerada pelo fluxo da água.

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Outra utilização da água da chuva pode estar no abastecimento dos sprinklers, irrigadores de água, tanto os modelos para o jardim quanto para o combate a incêndios.

A água da chuva também pode ser aplicada na lavação de áreas externas da casa e na jardinagem. Também pode-se captar a água do banho.

No mercado nacional, já existem soluções que captam essa água, no entanto, ela não pode ser reutilizada na jardinagem, nem na irrigação, pois contém inúmeros detergentes químicos oriundos dos sabonetes e xampus, podendo prejudicar as plantas e a grama, mas continua sendo útil para áreas externas.

Fora do tema de captação, a utilização de água pode ser controlada de maneira inteligente.

Para tanto, basta utilizar os produtos ecologicamente corretos listados anteriormente, como torneiras com temporizadores e demais soluções semelhantes.

Já quanto à energia elétrica, a captação tende a ser solar. Abordaremos, no próximo tópico, o aliamento inteligente de telhas ecológicas aos painéis solares.

De toda maneira, é aconselhável instalar baterias suplementares na casa sustentável, pois assim você manterá o imóvel energizado mesmo durante os dias chuvosos e nublados.

Telhado

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Os telhados são parte fundamental das casas sustentáveis, pois é neles que acontecem dois importantes processos essenciais à sustentabilidade do imóvel: a captação de energia da luz solar por meio dos painéis e a captação da água da chuva. Primeiro, vamos dar destaque à retenção de água, já que a inclinação do telhado tem grande influência nisso.

Se a sua casa ainda está em fase de projeto, você deve priorizar a inclinação do telhado tanto em relação ao maior período solar da região, quanto em função do escoamento da água da chuva.

Um telhado bastante inclinado, como os tradicionalmente vistos em chalés, garante que toda a água seja escoada em alta velocidade. Telhados planos manterão a água parada, que, eventualmente, será absorvida pelas telhas.

Por isso, é bacana considerar a utilização de telhas de fibra vegetal, que apresentam uma textura lisa e não porosa, garantindo o deslize mais fácil da água até as calhas de direcionamento à cisterna.

Além disso, os telhados ainda podem ser sustentáveis, se tiverem isolamento térmico, fundamental em cidades mais frias, como Curitiba, onde pode-se dispensar o uso de soluções de aquecimento, desde que se conserve a temperatura interna.

Por fim, tratamos da utilização inteligente de painéis solares para a captação de energia. Desde 2014, esse mercado vem crescendo exponencialmente no Brasil.

A depender da dimensão do seu imóvel, você pode instalar os painéis sobre o telhado ou no chão, no jardim, chamado de solar power farming — em uma tradução quase literal, trata-se do ato de “cultivar” a energia solar.

Plantas, jardins e hortas

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O cultivo de hortas é uma atitude que pode ser adotada até mesmo para os residentes de apartamentos.

Afinal de contas, nada te impede de fazer uma pequena hortinha vertical.

Inicialmente, você poderá cultivar alguns temperos utilizados na sua culinária — como diria Paola Carosella: “faltam salsa e cebolinha!” — sem a singularidade do seu sotaque argentino.

Some à sua horta a utilização dos adubos fabricados durante o seu processo de compostagem, excluindo a presença de químicos na sua produção.

Além disso, toda a água captada das chuvas pode ser utilizada na irrigação, completando um processo cíclico de sustentabilidade.

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Morando em uma casa ou em uma cobertura predial, você poderá projetar e implementar um telhado verde, que consegue amenizar a temperatura ocasionada pelas ilhas de calor em até 18º C.

Nesses ambientes, podem-se cultivar jardins ou hortas, ainda mais se utilizando facilidades como jardineiras de irrigação automática, que, novamente, podem estar conectadas às cisternas que armazenam as águas das chuvas.

Climatização

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Para manter o imóvel quente ou frio, existem soluções pontuais. Por exemplo, nos ambientes internos, pode-se utilizar o piso vinílico com potencial de isolante térmico, mantendo a casa quentinha quando o exterior estiver frio e fresca em situações de calor.

Outra solução inteligente é encontrada no isolamento sustentável das paredes, em que materiais inusitados, como jornais, garrafas pet e até mesmo o tecido jeans, podem ser utilizados, conferindo não somente a conservação e dissipação inteligente do calor, mas um isolamento acústico funcional.

Telhados verdes, que citamos várias vezes neste post, têm a capacidade de atenuar as temperaturas quentes das lajes, reduzindo em quase 20º C o acúmulo das ilhas de calor das regiões prediais.

Esses telhados são extremamente vantajosos, pois seu funcionamento ocorre com o aquecimento vagaroso pela iluminação solar.

Isso acontece pois a cobertura completamente verde e arborizada tem baixa inércia térmica.

Além disso, o potencial térmico é benéfico para todas as estações do ano, já que o ambiente interno permanecerá fresco durante o verão — com a morosidade do aquecimento pelo sol — e quentinho no inverno, dada a conservação do calor interno.

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Por último, a climatização da água usada nos chuveiros, ou nas torneiras, poderá ser viabilizada pela energia captada do sol, dispensando a necessidade da manutenção do sistema de gás.

Dessa maneira, você consegue economizar em mais uma despesa, evitando o desperdício de mais um recurso.

Em relação ao gás, você pode investir em fogões que cozinham por indução. Em uma casa integralmente abastecida por energia solar, você poderia abandonar o fogão a combustão.

Como você pôde conferir, a transformação de um imóvel convencional em um sustentável é permeada por muitos passos, ideias e conceitos.

Inclusive, a infinidade de alternativas pode ser encarada como um impeditivo para o embarque no mundo da sustentabilidade.

Mas nós acreditamos no contrário! Você pode encarar essa variedade de opções como inúmeras possibilidades para ajudar o ambiente.

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Como propusemos ao início deste megapost, toda conduta ambientalmente amigável — por menor que seja — é melhor do que a ausência dela.

O mais importante é que todos compreendamos o nosso papel cívico na busca pela adequação ecológica.

Até porque uma única casa, apenas, mesmo que dentro de todos esses parâmetros, não é capaz de ajudar o mundo substancialmente.

A arquitetura sustentável é um movimento de conscientização, e seu sucesso depende exclusivamente do engajamento popular.

É compreensível que, no Brasil, as tecnologias de sustentabilidade e otimização de energia sejam caras e que isso afaste esses produtos dos consumidores.

Mas, eventualmente, todos vão migrar para essas tecnologias, como tem ocorrido nos países com maior poder de compra.

Por fim, não se trata apenas de uma queda nos preços desses produtos — que ocorrerá, uma vez mais com a popularização na construção civil —, é também uma questão de migração do interesse industrial, que nada conforme a correnteza do interesse do consumidor, o que exemplificamos pelos carros elétricos.

E aí, achou bacanas, essas aplicações de arquitetura sustentável? Deixe seu comentário e compartilhe!

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