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Chevrolet Corsa

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História do Corsa

CORSA PRATA

Uma das maiores surpresas da historia automotiva no Brasil, o Corsa é um projeto da Opel europeia lançado em terras tupiniquins em 1994 com a difícil missão de substituir o Chevette, a linha de compactos da Chevrolet, que foi cumprida muito além do esperado. As curvas elegantes da carroceria - baseada na segunda geração do Corsa europel - e a tecnologia embarcada no modelo, cuja versão Wind foi a primeira linha de um popular a contar com injeção eletrônica, agradaram ao público e levaram o Corsa à posição de mais vendido do segmento já no seu segundo ano e recebendo o prêmio de Carro do Ano pela imprensa especializada em 1995 e 1996.
Originalmente, o Corsa contava com opções de motor 1.0l, 1.4l, e 1.6l 16V, este último importado da Hungria. A versão 1.4l teve sua potência elevada com um motor 1.6l 8V em 1997, mesmo ano em que a linha 1.6l 16V foi cancelada devido ao tempo que demorava para sua fabricação, atrasando a saída de outros modelos.
Entre 1996 e 1998, a família Corsa foi ampliada com a inclusão de versões picape, sedã, e station wagon, para competir em todos os contextos de carros populares disponíveis na época. Cada uma dessas versões era equipada ou com o motor 1.0l ou com o 1.6l 8V já utilizados no hatchback.
Enquanto a terceira geração do Corsa europeu começava a circular na Alemanha, a primeira geração do modelo nacional recebeu uma reestilização da carroceria, rapidamente apelidada de “bolha” no mercado brasileiro, em virtude das mudanças estéticas em elementos ópticos e na carroceria, que ficaram mais curvos.



CORSA BRANCO

A segunda geração do Corsa produzido no Brasil foi apresentada ao mercado em 2002, com teto solar, cintos de segurança de três pontos nos assentos traseiros e na versão 1.0l também estava instalado o sistema Autoclutch - transmissão mecânica sem necessidade de embreagem - que foi rapidamente descontinuado, não chegando a 2003.
A família Corsa recebe novos veículos como a station wagon Meriva, a picape Montana - que acabou se tornando uma linha separada posteriormente -, e o Corsa Sedan, sendo que este último apresentava as mesmas opções de propulsor que o hatchback (1.0l e 1.8l que substituiu o motor 1.6l da linha original), enquanto os dois outros utilizavam apenas o motor 1.8l. A primeira geração do Corsa não saiu de linha, entretanto, sendo rebatizada como Classic, e vendida atualmente apenas na versão sedã.
Em 2008 os motores mais fortes da linha Corsa são substituídos por versões 1.4l e 1.8l Flexpower bicombustível e no ano seguinte a versão 1.0 é extinta, colocando o modelo na categoria de compactos premium e abrindo espaço para o Celta entre os populares. Pouco tempo depois, também os veículos com motor 1.8l deixam de ser fabricados em virtude da chegada do Agile. Os carros da linha Corsa são descontinuados em 2012, dois anos após a renovação da linha Classic para a segunda geração.

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Especificações técnicas

CORSA CINZA

Sendo o único modelo derivado do Corsa ainda a venda, o Classic LS mede 4,2 m de comprimento com 2,4 m entre os eixos, 1,8 m de largura incluindo os espelhos retrovisores externos e 1,4 m de altura. O porta malas do sedã comporta o equivalente a até 425 litros de bagagem enquanto o reservatório tem capacidade para até 54 litros de combustível. Pesa 905 kg e carrega até 440 kg (incluídos até 5 pessoas mais a bagagem).
O modelo é propelido pelo motor 1.0l VHC-E LS, que entrega até 78 cv quando abastecido com álcool etanol ou 77 cv com gasolina no tanque. A injeção de combustível é eletrônica padrão MPFI e o câmbio manual oferece 5 velocidades com tecnologia HRGS. O sistema de freios funciona a vácuo, com duplo circuito hidráulico e válvula equalizadora de frenagem, além de ABS.
Entre os itens de série do Classic LS estão o airbag duplo, barras de proteção nas portas, sistema de imobilização do motor, espelhos retrovisores externos e parachoques na cor do veículo, alerta sonoro de farois ligados, direção hidráulica, entre outros. Além disso, o carro pode receber como opcional: alarme antifurto, vidro elétrico nas portas dianteiras com sistema antiesmagamento, fechamento automático pela chave e funcionamento “um toque” e travas elétricas nas 4 portas. Entre os acessórios complementares, a Chevrolet oferece para o modelo: sensor de estacionamento e display, altofalantes, sistemas de som com CD ou DVD player e rodas de alumínio de aros 13” e 14”.

Consumo

O motor 1.0l VHC-E do Classic percorre até 7,6 km/l na cidade e 9,2 km/l na estrada quando abastecido com etanol e 10,4 km/l urbanos e 13 km/l rodoviários com gasolina no tanque. Dentro da categoria de entrada, portanto, o Classic não é o mais econômico dos carros, em grande parte à configuração sedã do carro, mais pesada, ainda que a diferença de consumo seja vantajosa quando se compara o modelo Chevrolet com outros veículos capazes da mesma carga.

Manutenção

Considerado um dos carros mais confiáveis e que menos quebra no mercado nacional, o Classic atrai o público principalmente pela sensação de segurança de um carro estável e sólido, ou seja, que dificilmente quebra. Ainda assim, imprevistos podem acontecer e, nesse caso, a assistência técnica ao Classic, com componentes consagrados e ampla rede de oficinas disponível, é igualmente barata. O acesso às diferentes peças do carro - no cofre do motor ou na parte inferior do veículo - é fácil, diminuindo o custo do serviço. Até mesmo as revisões programadas pela Chevrolet a cada 10.000 km são baratas quando comparadas às de outras marcas, ou de veículos com mecânica mais moderna. Além disso, o tempo de espera por peças de reposição também é pequeno, fazendo com que manter um Classic com tudo em dia seja fácil e econômico.

Valor de revenda

CORSA TRASEIRA

Tirar um Classic da concessionária significa uma desvalorização - após o primeiro ano de uso - de 10,3% em média. Ou seja, o dinheiro perdido na hora de revender o sedã compacto da Chevrolet é muito inferior à média do mercado nacional (15,5% aproximadamente). Como o modelo é muito procurado, a oferta de carros seminovos também acompanha e o tempo de espera para a revenda é bastante curto, pois mesmo sem o cheirinho de carro 0 km, o Classic é uma opção interessante para quem precisa de um carro mais espaçoso e com capacidade de carga, principalmente para quem trafega na cidade.

Avaliação do veículo

  • Avaliação geral
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  • Design  
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  • Performance  
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  • Conforto e Acabamento 
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  • Dirigibilidade 
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  • Consumo de Combustível 
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  • Manutenção 
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  • Custo x Benefício 
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