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Com a melhora no crédito e o preço estável, comprar a casa própria fica mais fácil em 2017!

A perspectiva de que a economia passe por uma melhora no ano que vem, interfere diretamente no mercado imobiliário, trazendo também, uma melhora significativa. Precisamos nos manter otimistas! Segundo especialistas e profissionais do ramo, os interessados em adquirir um imóvel próprio podem aparecer em maior número no próximo ano.

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A compra da casa própria pode ficar mais fácil em 2017

São dois os fatores que conspiram a favor desta busca pela casa própria: os preços devem continuar relativamente estáveis e o custo do crédito deve ficar menos por conta da redução da taxa de juros.
Segundo uma pesquisa feita pelo portal imobiliário VivaReal obtida pelo Estado, tanto compradores quanto corretores e imobiliárias estão se mantendo otimistas quanto a mudança deste cenário em 2017.

Este grupo ainda projeta uma flexibilização nas negociações no próximo ano, ou seja, será possível encontrar mais descontos no valor de venda dos imóveis.

“Em outras épocas, a percepção dos corretores em relação à necessidade dessa flexibilização era bem menor, mas a queda da procura forçou essa postura”, afirma Lucas Vargas, presidente do VivaReal.

Segundo a Abecip, associação das instituições financeiras que emprestam com recursos da poupança, a aceleração no corte dos juros pelo Banco Central poderá tornar os financiamentos mais baratos e estimular ainda mais o mercado imobiliário.Em estimativa, foi apontado um aumento de 11% nas concessões, para R$ 50 bilhões. Em 2016, espera-se que o mercado encerre com R$ 45 bilhões liberados para compra e construção de imóveis, segundo Gilberto Abreu, presidente da Abecip.

Com o objetivo de otimizar o crédito, o teto máximo do Sistema de Financiamento Habitacional (SFH), que dá acesso a juros menores, foi elevado de R$ 750 mil para R$ 950 mil no Distrito Federal e Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Já no restante dos estados, o limite foi de R$ 650 mil a R$ 800 mil. Desde 2013 estes valores não tinham sido alterados.

Além disso, o financiamento de imóveis de até R$ 1,5 milhão pelo SFH passou a ser permitido. Porém, esta medida foi limitada a um ano e não prevê o uso do FGTS para agregar no valor de entrada do imóvel, ou ainda poder abater o financiamento.

Segundo as contas feitas pelo coordenador do Núcleo de Real Estate da USP, João da Rocha Lima Jr., além do aumento do teto do SFH, a demanda dos consumidores que passará por uma melhora significativa, não serão suficientes para gerar grande pressão para reduzir o valor dos imóveis comercializados.

Segundo Lima Jr., o valor do metro quadrado pode passar por uma pequena alta por conta da projeção de alta de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2017.

Este assunto foi discutido pelo pesquisador Eduardo Zylberstajn, coordenador do índice de preços FipeZap.

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A compra da casa própria pode ficar mais fácil em 2017

“Talvez os preços terminem 2017 com um viés um pouco maior de alta, mas ainda perdendo para a inflação”, afirma. “Existe uma demanda constante por moradia apesar de todos os problemas da economia. Não é que os anos dourados voltarão, mas pode ser um ano mais positivo”, completa.

Indicadores do mercado apontam que o valor dos imóveis estagnou e variou menos so que a inflação deste ano. Na Abecip, o Índice Geral do Mercado Imobiliário Residencial, recém-lançado, mostra recuo médio de 2,3% em nove regiões do País.

Quando o assunto é aluguel, o cenário de retomada do mercado imobiliário deve ser observado com atenção pelos inquilinos. É comum o mercado de aluguel de imóveis variar os preços mais rápido do que o mercado de venda.

“Nos sinais iniciais de retomada, o aluguel volta a subir”, diz Vargas, do VivaReal.

No cenário atual, o consumidor saiu no lucro por conta dos preços de aluguel caírem antes do valor da venda ceder. Porém, quando esta situação inverter, quem estiver a procura de um imóvel para alugar poderá sentir o efeito em primeira mão.

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A compra da casa própria pode ficar mais fácil em 2017

5 dicas para comprar a casa própria

1) Decida quanto você quer gastar
Os gastos são gerais, ou seja, inclua gastos desde a documentação até a decoração e possíveis reformas. No estado de São Paulo, os gastos com a documentação, chega a 4% do valor do imóvel. Segundo Marcelo Tapai, advogado especializado em Direito Imobiliário, os gastos com decoração costumam ser de 20% a 30% do valor do imóvel. “Dependendo do acabamento escolhido, até mais”, diz.
Além disso, é necessário se programar com outros custos, como condomínio e IPTU. Pesquise e pergunte sobre os valores!

2) Planeje como vai dar a entrada
Guarde dinheiro todo o mês e faça aplicações regularmente. O mais indicado são as aplicações automáticas, assim, o poupador não se preocupa ou esquece de reservar o dinheiro para a entrada do imóvel.

3) Teste sua capacidade de pagamento
Antes de se entregar para o financiamento, o ideal é fazer um teste: poupe o dinheiro com o qual pretende pagar a prestação durante um determinado período. O indicado é que este período seja de, no mínimo, três meses. Se, depois de passar por esta fase de testes, e sentir dificuldade, significa que o valor do financiamento deve ser menor ou o prazo para quitação precisa ser estendido.
Além desta fase de testes, é possível fazer uma simulação de empréstimo para pagar o imóvel antes mesmo de adquiri-lo. Desta forma é possível se programar com relação ao comprometimento da sua renda.

4) Contenha o entusiasmo
Não se empolgue demais! Se viu o imóvel em um dia e gostou muito, contenha os ânimos e não compre no mesmo dia! “Nada é tão sensacional que não permita ir para a casa refletir sobre a compra”, diz Marcelo Tapai. “É melhor perder um imóvel excelente do que ficar com um problema por muito tempo.”

5) Não tenha preguiça de pesquisar
Antes de fechar negócio, pesquise e compare os benefícios X preço de outros imóveis. A pesquisa não deve ficar somente no meio digital, pois às vezes as aparências enganam. Visite os imóveis e converse com os corretores.

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